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E ele foi embora. Aitor fechou a porta e encostou-se nela, fechou os olhos e lembrou-se do corpo da menina, próximo ao d

E ele foi embora. Aitor fechou a porta e encostou-se nela, fechou os olhos e lembrou-se do corpo da menina, próximo ao dele... Suas mãos envolvendo sua cintura, e suas costas, seu peito sentindo a respiração pesada de Zaira... Sua Zaira... Os dias foram passando, eles se viam vários dias por semana, davam aula e se divertiam um pouco conversando sobre qualquer coisa sem importância. Eles não queriam se separar, estavam tão confortáveis um ao lado do outro... Os sentimentos se intensificavam a cada dia, os olhares eram mais profundos. De tal forma que se viram enredados num acúmulo de sentimentos, de desejos, dos quais não tinham mais controle. Foi um dia normal, como qualquer outro. Zaira levantou-se logo. Arrumou-se como sempre e preparou-se para sair de casa, com seu livro de matemática e os materiais necessários. Ele ligou para o interfone e subiu as escadas. Ding Dong... - Bom dia, aluna preferida - disse ele ao convidá-la para entrar. - Hahaha, claro que a sua preferida, você não tem outra - ele deu dois beijos nela Foram até o quarto de Aitor e sentaram-se, como sempre. - Bem, como você está com isso? - Ótimo, só nos resta um tópico, acho que terminamos hoje e... - ele parou, pensando no que viria a seguir - E nada mais... não vou precisar voltar... - olho-o nos olhos. - Ok, perfeito. - Ele engoliu em seco, o fato de nunca mais vê-la, de tê-la por perto, o deixou bloqueado, sério. De repente, seu sorriso desapareceu com aquela resposta. Eles praticaram o que foi dito acima, não tinham mais nada para fazer. Hoje eles terminaram mais cedo do que o normal. - Bem... bem... é isso... eu acho... - disse Zaira. - Bem, acho que eu e você temos algo pendente... - Aitor sorriu. - R... Alguma coisa pendente? você e eu? - ela riu, temendo aquele sorriso que estava prestes a excitá-la. - Sim, acho que sim... - E ele se aproximou lentamente da garota. - Bem, acho que não... - ele se levantou e deu alguns passos para trás. - Lembre-se, tenho certeza que você lembra... - Ele se aproximou. Enquanto Zaira se afastava, ele avançou até que a garota bateu repentinamente na parede. Aitor aproveitou a oportunidade para encurralá-la colocando uma mão em cada lado dela. De forma que ficassem frente a frente, a poucos centímetros de distância. "Eu não sei... diga-me você..." ela respondeu tentadoramente. - Ugh, que lembrança... Acho que o único velho aqui não sou eu... - Ele se aproximou um pouco mais do rosto dela. Em direção aos lábios dela. - Hahahaha - ela riu de forma sedutora - E o que você vai fazer comigo, professora? - ele sorriu sem parar de olhar em seus olhos, com um olhar tão provocativo que começava a fazer Aitor perder o controle. - As garotas más devem ser punidas - respondeu ele, causando um aumento na respiração de ambas. - E... como você vai me punir, professor? - Ele juntou os lábios de tal forma que ficaram quase colados, ele respondeu abrindo sensualmente a boca para o próximo passo. Zaira levantou lentamente a mão pela cintura de Aitor, passando por seu peito e alcançando seu queixo. Ele colocou o dedo indicador nos lábios dela em uma carícia e continuou movendo a mão até a nuca dela, acariciando seus cabelos. - Ah, Zaira - Aitor não aguentou mais, pressionou todo o corpo contra ela, fechou os olhos e baixou a cabeça com a intenção de beijar aqueles lábios carnudos pelos quais havia enlouquecido. Mas Zaira virou a cabeça, sorriu atrevidamente para ele e posicionou o pescoço de tal forma que os lábios de Aitor ficaram colados naquele lindo pescoço. O que o deixou louco. Aitor não aguentava mais, sentia que ia explodir de paixão, estava excitado, estava morrendo de vontade daquela garota brincalhona, que sabia provocá-lo, e brincava com ele de uma forma tão sensual... - Meu amor, não seja tão mau, o castigo será pior. –Ele disse enquanto beijava o pescoço lentamente. De repente, Zaira se afastou, foi até o corredor e, olhando para Aitor de forma tentadora, mordeu o lábio e levantou a alça daquela camiseta justa, que deixava à mostra aqueles seios lindos, duros e empoleirados. - Você vai me acompanhar até a porta, professor? Aitor ficou surpreso, se viu ainda encostado naquela parede, e com aquele membro grande prestes a explodir. Ele fechou os olhos e quando pareceu mais calmo saiu até onde estava, a menina. - Olha o que você fez comigo, Zaira - disse ele, apontando para o caroço perceptível - Você é muito ruim. - Adeus amor, você é um ótimo professor. De todas as maneiras - ele riu, aproximando-se do caroço e tocando-o com a barriga e depois beijou sua bochecha. - Zaira, eu te amo. - Ele olhou nos olhos dela. A garota saiu do portal rindo ao se lembrar daquele jogo. E eu sabia que isso continuaria. Aitor fechou a porta e, como sempre, encostou-se nela com a testa encostada no batente da porta. Ele começou a rir naquele momento muito... emocionante. Como uma garota de 16 anos pôde fazê-lo enlouquecer daquele jeito? É um bebê! - pensamento. Uma criança que o fez enlouquecer de paixão, de amor, de emoção. Eu estava louco. Voltou para seu quarto, onde viu algo... Algo que o deixou feliz, que lhe causou grande excitação. Em cima da mesa estava a sacola com as coisas de Zaira. Aquela garota não iria escapar dele, agora quem iria jogar duro seria ele. Ele pensou.